Sagrada Família: Modelo de Família, por excelência


Quando era criança sempre pensei em ser freira, visto que, a piedade das irmãs e o jeito próprio de ser delas, sempre me encantaram. Nasci numa família católica, alegre e muito feliz, graças a Deus. Meus pais sempre foram pessoas muito caridosas. Minha mãe, além de conselheira, sempre foi muito acolhedora. Meu pai, embora muito bravo, sério e de poucas palavras, era um homem muito prestativo e de bom coração. Foram generosos, também, com Deus, pois, acolheram com alegria os 13 filhos que o Senhor lhes concedeu. Sempre tive bom relacionamento com meus irmãos, amo a todos. Engraçado é que, assim como minha mãe, sempre pensei em ter muitos filhos, mas, em contrapartida não pensava em casar. Mas como? Criar filhos sem pai, também nunca havia passado pela minha cabeça. Sonhava em fazer faculdade, trabalhar, comprar uma casa, um carro, conhecer a América do Norte, viajar muito e ser feliz. Decidi, então, correr atrás de meus sonhos me mudando para Ipatinga. Logo que cheguei, conheci o homem que mudaria toda minha história, meu futuro marido. Casamos após 7 anos de namoro, numa época em que eu estava terminando a faculdade. Havia arranjado um novo emprego e com a atenção totalmente voltada para minha realização profissional. Vieram os filhos, foram 4, mas, Deus quis que apenas 2 ficassem comigo. Havia conseguido levar a cabo meus planos, sentia-me uma mulher realizada, forte, inteligente e batalhadora, estava orgulhosa de mim mesma, porém, não plenamente feliz. Apesar de todas essas conquistas, ainda me faltava algo, pois, existia um vazio dentro de mim que nada havia preenchido.

Sagrada Família de Nazaré, rogai por nós!

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